A empresa americana Lytro pretende revolucionar o mercado fotográfico ao anunciar uma câmera que permite que o foco seja ajustado após ter sido tirada.
A câmera, também chamada Lytro, tem um sistema chamado matriz de microlentes - equivalente a diversas lentes em um espaço reduzido - que torna possível capturar mais luz e ângulos que uma câmera convencional.
A Lytro tem um software que permite trocar o ponto de foco da foto mesmo após ter sido tirada, tornando a imagem interativa, como um quadro vivo. Assim, a câmera tem um tempo de captura bem menor, já que não precisa de ajuste no foco.
A Universidade Nacional de Cingapura tem um projeto para criar robôs com capacidade de amar. Isso mesmo! Robôs que amam.
Batizada de Lovotics, a idéia é inserir ferramentas emocionais e biológicas, presentes nos seres humanosnos, em andróides. Assim, criar novos tipos de relações entre humanos e máquina.
Hormônios presentes no corpo humano, como a dopamina, seretonina, oxitocina e endorfina, foram criados artificialmente para o experimento. Logo, essas substâncias darão um novo significado ao termo "Inteligência Artificial".
Quem nunca passou pela situação de estar falando com aquela pessoa e, no ápice da conversa, o celular desliga por bateria fraca, não sabe o que é desespero. Nós te damos duas alternativas: sair correndo atrás de um carregador e, assim que conectá-lo à tomada, retornar a ligação pedindo mil desculpas e explicando que não, não foi você quem desligou na cara. Ou você simplesmente pode continuar falando.
Sim, continuar falando! Pelo menos é isso que promete o Dr. Sang Woo Kim, responsável pelo projeto que tem como função recarregar a bateria do celular com a "energia" da voz humana.
Este projeto está sendo desenvolvido na Coréia do Sul e garante que o som da voz pode ser convertido em eletricidade, o que permitiria que a bateria fosse recarregada enquanto o usuário estivesse em uma ligação ou até mesmo ruídos e músicas no ambiente em que a ligação estaria sendo originada.
Todos os anos você se pergunta: "e agora qual será a novidade", ou senão "será que ainda existe algo que não foi inventado?". Pois é, às vezes parece que não mesmo.
No final do século XX o mundo ficou perplexo diante da grande faceta do uso dos chips em celular móvel. As pessoas se perguntavam: "como é que tantos dados poderiam ser armazenados em um micro chip?" Sem contar, é claro, que os celulares, que no inicio eram enormes, foram diminuindo até chegar os dias de hoje, em que existem celulares menores que a palma da mão.
Há 10 anos atrás o celular era um bem supérfluo em que apenas pessoas com boas condições financeiras podiam dispor de um. Hoje em dia, estima-se que mais de 56% da população tenha mais de 2 celulares.
Você conhece o Kyocera Echo? É um smartphone com Android e 2 telas touch-screen! Isso mesmo!
Um produto anunciado pela fabricante japonesa Kyocera em parceria com a operadora norte-americana Sprint.
O aparelho conta com 2 telas, ambas sensíveis ao toque, que podem trabalhar de forma individual, podendo executar duas aplicações distintas, uma em cada tela, ou lado a lado, formando uma única tela maior de 4,7 polegadas e resolução de 960 x 800 pixels. Cada tela possui resolução de 480 x 800 pixels.
Como você já deve ter lido, há muitos celulares conceito que deveriam existir. Tem até um celular com 3 telas, porém, há outro conceito muito, muito exagerado. É ele, o Line Phone!
Esse conceito, que é vencedor da Furong Cup 2010 na categoria Produto Digital de Seviço, traz uma visão bem diferente de como deve ser um celular no futuro.
No vídeo você pode ver o modo de transferência Near Field Communications (comunicação por campo de proximidade, que é até aceitável, mas rodar o Photoshop apenas posicionando 4 ou 5 aparelhos lado a lado é um pouco exagerado.
Ontem eu li um artigo sobre Inteligência Artificial: Mitos e verdades, no baixaki. Uma matéria muito interessante e que trata de um assunto muito polêmico.
Hoje eu me deparei com outro assunto relacionado que me deixou impressionado. Um robô humanóide chamado HRP-4 de 1,52 metros de altura foi criado para realizar funções simples como servir café, entregar mensagens, reconhecer rostos e cantar, de acordo com o übergizmo.
Criado pela empresa japonesa (tinha que ser, né?) Kawada Industries em conjunto com o Instituto Nacional para Ciências Industriais Avançadas e Tecnologia, o HRP-4 custará U$ 350 mil, porém, o custo de manutenção é baixo.
A Microsoft entrou na justiça para ter direito de uso do termo "App Store" para suas lojas de aplicativos. Registrado pela Apple, o termo trata-se de um nome genérico, segundo a Microsoft.
A fim de defender seus direitos, a Microsoft apresentou uma moção contra os interesses da Apple junto ao US Patent and Trademark Office, entidade regulamentadora de direitos autorais nos Estados Unidos.
Para ampliar seus recursos, a Microsoft ainda faz referência a uma fala de Steve Jobs, que se refere a outras lojas de aplicativos móveis como app stores.